Transição da Conjugalidade para a Parentalidade: Implicações da Chegada dos Filhos para a Relação Conjugal

Transição da Conjugalidade para a Parentalidade: Implicações da Chegada dos Filhos para a Relação Conjugal

 

                                                                                                                                        Helena Centeno Hintz
                                                                                                                      Letícia Lovato Dellazzana-Zanon
                                                                                                                                      Paula C. Hintz Baginski
 
     O relacionamento conjugal traduz a convivência de dois indivíduos que se amam e escolhem viver suas vidas juntos. É esperado que esta convivência íntima possa consolidar esta relação, tornando-a estável e capaz de enfrentar as mudanças no ciclo de vida familiar e as vicissitudes da vida cotidiana. Entretanto, percebe-se que casais, após o nascimento de um filho, modificam o seu relacionamento, passando a viver conflitos e fragilidades no vínculo conjugal. A intimidade saudável compartilhada pelo casal pode ser perdida, esmaecendo e gerando distanciamento e quebra de espontaneidade entre ambos.
     Na transição da conjugalidade para a parentalidade há expectativas mútuas que, se não forem correspondidas, podem gerar sensações de incompreensão e fracasso mútuos. Estes sentimentos poderão interferir na educação e no desenvolvimento dos filhos nascidos em um momento tão importante na vida de uma nova família. É fundamental entender a abrangência desta transição e refletir sobre possíveis causas que possam levar à deterioração do relacionamento do casal e influir no relacionamento parental. 
 
     Este texto faz parte de um capítulo do livro “Relacionamentos amorosos: O antes, o durante... e o depois”, organizado por Thiago de Almeida. Ed. PoloBook: S. Paulo, 2015.
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